Nós, seres humanos, constantemente reclamamos do quanto as pessoas nos decepcionam. Do quanto elas são insensíveis, ingratas e fazem coisas que nós nunca imaginamos que elas poderiam fazer. Porém nós nunca pensamos que nós é que podemos estar errados, somos ‘perfeitos’ demais para errarmos, não é mesmo? Aí já está um erro. Não somos, nem chegamos perto de sermos perfeitos. E nunca chegaremos. Nunca.
A verdade é que na maioria das vezes, quando alguém nos decepciona, o problema não é a pessoa. E sim nós. Nós que esperamos demais dos outros. Criamos expectativas e ilusões das pessoas, porque queremos acreditar que essas pessoas são incríveis. Sempre queremos acreditar nos outros. Não que isso seja ruim. Ser uma pessoa completamente desconfiada também não é bom. No entanto, talvez devêssemos esperar menos dos outros, e quando eles errarem, apenas aceitaremos que eles não são perfeitos, assim como nós também não somos.
Depois de tantas decepções sofridas, você passa a se dar conta de as pessoas que você mais ama, provavelmente serão as que mais te decepcionarão. Não intencionalmente, mas sim porque você as ama tanto que demora a se dar conta dos defeitos que essas pessoas têm. E quando eles aparecem de uma forma brusca, é um choque tão grande que culpamos a pessoa de ter mudado. E não nós mesmos de termos inventado um ser irreal.
Há situações em que a pessoa que nos decepciona é realmente uma #$%#@#@#! Neste caso, serve o mesmo conselho: espere menos das pessoas (sem desconfiar de tudo), os choques serão menores e as coisas boas serão bem melhores.
terça-feira, 10 de maio de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Infantilidade
Se tu disseres que gosta de Justin Bieber, Restart ou de alguma estrela da Disney, as pessoas vão cair em cima de ti, te julgando como se te conhecessem e logo te desprezando. Elas vão criar conceitos sobre a tua mentalidade e teu caráter. E tu provavelmente vais responder com xingamentos e birra no Twitter.
Felipe Neto disse em alguns de seus vídeos que há uma “idade limite” para gostar e ser fanático por um desses êxitos atuais. Não concordo. Creio que todas as pessoas – não importando a idade – têm o direito de gostar do que quiserem. E não necessariamente têm “probleminhas” por isso. Pode até ser infantil ou estranho, uma guria com seus vinte anos gritar loucamente e espernear por um guri famoso de dezesseis, entretanto acho que não se pode fazer um julgamento prévio sobre ela. E sobre nenhuma outra pessoa que faça o mesmo.
Eu posso não ouvir as músicas dessas bandas, porém gosto de seguir algo que se chama “respeito”. É terrível uma menininha de 12 anos ter vergonha de dizer que ama os Jonas Brothers porque um grupo de marmanjos de 25 anos vai dizer que ela é uma idiota. Peraí! Quem que está sendo o idiota aqui? A guria que gosta de uma banda que faz bem pra ela e a deixa feliz ou uns caras que deveriam estar fazendo algo produtivo ao invés de ficarem o dia inteiro no computador procurando alguém pra incomodar?
É óbvio que os fãs não deveriam ficar ameaçando os outros de morte e coisa parecida, mas isso deve ser controlado pelos pais deles. E se os deixassem em paz, eu tenho certeza absoluta de que isso não aconteceria. Mas esses “adultescentes” – que na maioria das vezes são mil vezes piores do que os adolescentes – têm um prazer enorme em ver as crianças esperneando. Contudo, são eles mesmos que fazem o papel de bobos brigando dessa forma. É deles que eu rio.
Felipe Neto disse em alguns de seus vídeos que há uma “idade limite” para gostar e ser fanático por um desses êxitos atuais. Não concordo. Creio que todas as pessoas – não importando a idade – têm o direito de gostar do que quiserem. E não necessariamente têm “probleminhas” por isso. Pode até ser infantil ou estranho, uma guria com seus vinte anos gritar loucamente e espernear por um guri famoso de dezesseis, entretanto acho que não se pode fazer um julgamento prévio sobre ela. E sobre nenhuma outra pessoa que faça o mesmo.
Eu posso não ouvir as músicas dessas bandas, porém gosto de seguir algo que se chama “respeito”. É terrível uma menininha de 12 anos ter vergonha de dizer que ama os Jonas Brothers porque um grupo de marmanjos de 25 anos vai dizer que ela é uma idiota. Peraí! Quem que está sendo o idiota aqui? A guria que gosta de uma banda que faz bem pra ela e a deixa feliz ou uns caras que deveriam estar fazendo algo produtivo ao invés de ficarem o dia inteiro no computador procurando alguém pra incomodar?
É óbvio que os fãs não deveriam ficar ameaçando os outros de morte e coisa parecida, mas isso deve ser controlado pelos pais deles. E se os deixassem em paz, eu tenho certeza absoluta de que isso não aconteceria. Mas esses “adultescentes” – que na maioria das vezes são mil vezes piores do que os adolescentes – têm um prazer enorme em ver as crianças esperneando. Contudo, são eles mesmos que fazem o papel de bobos brigando dessa forma. É deles que eu rio.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
"O Cravo brigou com a Rosa debaixo de uma sacada. O Cravo saiu ferido e a Rosa, despedaçada..."
Lembro-me bem do dia em que encenei essa música, aos quatro anos de idade, vestida de Rosa, em uma apresentação da escola. Eu estava terrivelmente envergonhada, mas juntei minhas forças e fui lá me apresentar. Estava tudo correndo bem, até a parte final, quando eu deveria chorar porque o Cravo morre. No entanto, na minha cabeça, aquilo era ridiculamente engraçado. A forma como o menino morreu foi tão sem noção que eu, ingenuamente, não consegui segurar as risadas. E comecei a rir, rir sem parar. O garoto abriu um dos olhos confuso. No entanto, logo levantou-se para começar a rir comigo. Quando eu percebi, estavam todos os presentes rindo. Porém, ao invés de me sentir envergonhada, como eu provavelmente me sentiria hoje, apenas me juntei ao garoto, e fiz uma reverência de agradecimento. Todos aplaudiram. E a pequena garota, acabava de transformar uma apresentação simples, bonitinha e monótona em comédia. Foi nesse dia que eu descobri que queria ser atriz...
Depois eu cresci, e descobri que além de não ter talento algum para atuar, eu sou um tanto quanto mentirosa também.
Lembro-me bem do dia em que encenei essa música, aos quatro anos de idade, vestida de Rosa, em uma apresentação da escola. Eu estava terrivelmente envergonhada, mas juntei minhas forças e fui lá me apresentar. Estava tudo correndo bem, até a parte final, quando eu deveria chorar porque o Cravo morre. No entanto, na minha cabeça, aquilo era ridiculamente engraçado. A forma como o menino morreu foi tão sem noção que eu, ingenuamente, não consegui segurar as risadas. E comecei a rir, rir sem parar. O garoto abriu um dos olhos confuso. No entanto, logo levantou-se para começar a rir comigo. Quando eu percebi, estavam todos os presentes rindo. Porém, ao invés de me sentir envergonhada, como eu provavelmente me sentiria hoje, apenas me juntei ao garoto, e fiz uma reverência de agradecimento. Todos aplaudiram. E a pequena garota, acabava de transformar uma apresentação simples, bonitinha e monótona em comédia. Foi nesse dia que eu descobri que queria ser atriz...
Depois eu cresci, e descobri que além de não ter talento algum para atuar, eu sou um tanto quanto mentirosa também.
domingo, 19 de dezembro de 2010
Se alguém me perguntar do que eu mais sinto falta lá do Rio Grande do Sul, irá se surpreender com a minha resposta. Porque provavelmente ninguém sente falta de algo tão peculiar como eu sinto.
Não me entendam mal meus amigos gaúchos. Eu sinto falta de vocês, sinto falta do colégio, dos professores, de Porto Alegre, da Redenção, do Bonfim, do sotaque carregado e cheio de “Tus” combinados com verbos mal conjugados... No entanto, nada me faz mais falta do que os comerciais.
Eu não sei se é esse sentimento bairrista que nos faz querer produzir as melhores e mais tocantes propagandas veiculadas na televisão. Ou se é simplesmente o fato de termos boas agências de publicidade. Ou ambas as possibilidades combinadas.
O fato é que as mensagens de final de ano da RBS e os comerciais de datas festivas do Zaffari Bourbon marcaram toda minha infância e parte da minha adolescência de forma irreversível. Impossível escutar aquela música “Vida” – tema da RBS – sem ter vontade de estar em uma daquelas terríveis praias do RS junto com a família e reclamando porque queria estar em casa no computador. Assim como já se tornou impossível escutar a breguíssima música do Claudinho e Buchecha “Fico Assim Sem Você” que no comercial de Dia das Mães/Natal do Zaffari Bourbon tornou-se uma das músicas mais lindas que eu já escutei.
Ver esses comerciais pelo youtube não só me faz sentir falta do Rio Grande do Sul, mas também me emocionam de forma que nada mais consegue. Portanto, agora que está chegando o final do ano, eu nada mais tenho a dizer senão um obrigada a essas empresas que fazem tão bem sua jogada de marketing e conseguem nos tocar tão profundamente.
Parabéns, vocês conseguiram vender seu produto!
Não me entendam mal meus amigos gaúchos. Eu sinto falta de vocês, sinto falta do colégio, dos professores, de Porto Alegre, da Redenção, do Bonfim, do sotaque carregado e cheio de “Tus” combinados com verbos mal conjugados... No entanto, nada me faz mais falta do que os comerciais.
Eu não sei se é esse sentimento bairrista que nos faz querer produzir as melhores e mais tocantes propagandas veiculadas na televisão. Ou se é simplesmente o fato de termos boas agências de publicidade. Ou ambas as possibilidades combinadas.
O fato é que as mensagens de final de ano da RBS e os comerciais de datas festivas do Zaffari Bourbon marcaram toda minha infância e parte da minha adolescência de forma irreversível. Impossível escutar aquela música “Vida” – tema da RBS – sem ter vontade de estar em uma daquelas terríveis praias do RS junto com a família e reclamando porque queria estar em casa no computador. Assim como já se tornou impossível escutar a breguíssima música do Claudinho e Buchecha “Fico Assim Sem Você” que no comercial de Dia das Mães/Natal do Zaffari Bourbon tornou-se uma das músicas mais lindas que eu já escutei.
Ver esses comerciais pelo youtube não só me faz sentir falta do Rio Grande do Sul, mas também me emocionam de forma que nada mais consegue. Portanto, agora que está chegando o final do ano, eu nada mais tenho a dizer senão um obrigada a essas empresas que fazem tão bem sua jogada de marketing e conseguem nos tocar tão profundamente.
Parabéns, vocês conseguiram vender seu produto!
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
“Na minha época os adolescentes não eram assim”.
Aham Claúdia, senta lá.
Assim como? Estúpidos? Coloridos? Viciados em Internet? Abertos? Drogados? Bêbados?
Bom, se a opção é Estúpidos e/ou Drogados e/ou Bêbados, eu lhe pergunto: em que mundo você vivia? Os adolescentes não estão ficando mais burros por culpa da televisão ou da internet, sempre houve os babacas. Aqueles bestinhas sem nada na cabeça. Sempre! Talvez o que haja agora seja um interesse menor pelo estudo, por ter uma opção maior de lazer. Porém os adolescentes são – de uma forma geral, no entanto não todos – um tanto quanto estúpidos. É da própria fase. Queremos testar limites e fazemos besteiras. Portanto se você acha que não viu adolescentes estúpidos na sua adolescência: 1) Você é um alien . 2) Você era dos mais babacas e ainda não sacou isso. Drogados e Bêbados: sem comentários.
Agora, se a opção é Viciados em Internet e/ou Abertos, concordo com você. Não havia Internet na sua época, provavelmente. Consequência disso é que vocês tinham menos acesso a certas informações que nós temos, portanto eram mais conservadores.
Por último, se a opção é Coloridos, meu bem, você não viveu ainda então. Os Hippies, os anos 80... mais coloridos impossível! Além disso, se você era um Hippie, se você gostava de Beatles na sua época inicial, de Madonna, entre outros... Você não pode dizer “Na minha época não era assim”. Porque era. Dos primeiros hits dos Beatles, diga-me um que fale algo interessante... Não tem. O que aconteceu foi que eles cresceram e amadureceram. E aí sim viraram o que eles representam hoje. Os Hippies, olhando hoje, podiam ser algo bonitinho com todas aquelas roupas fofas e aquela ideia de mudar tudo. E se não fossem eles, talvez nós ainda vivêssemos em uma sociedade extremamente conservadora. Mas eu duvido que todos eles tivessem muitas coisas na cabeça além de drogas e utopias.
Nenhum de nós pode dizer que os Coloridos não são nada. Eles lançaram uma nova moda. Eles podem crescer e lançarem músicas que passem alguma mensagem. Ou não. A Madonna continua fazendo músicas que só passam a mensagem de “Vamos dançar, uhul!”. Mas ninguém fala mal dela, não é mesmo?
Aham Claúdia, senta lá.
Assim como? Estúpidos? Coloridos? Viciados em Internet? Abertos? Drogados? Bêbados?
Bom, se a opção é Estúpidos e/ou Drogados e/ou Bêbados, eu lhe pergunto: em que mundo você vivia? Os adolescentes não estão ficando mais burros por culpa da televisão ou da internet, sempre houve os babacas. Aqueles bestinhas sem nada na cabeça. Sempre! Talvez o que haja agora seja um interesse menor pelo estudo, por ter uma opção maior de lazer. Porém os adolescentes são – de uma forma geral, no entanto não todos – um tanto quanto estúpidos. É da própria fase. Queremos testar limites e fazemos besteiras. Portanto se você acha que não viu adolescentes estúpidos na sua adolescência: 1) Você é um alien . 2) Você era dos mais babacas e ainda não sacou isso. Drogados e Bêbados: sem comentários.
Agora, se a opção é Viciados em Internet e/ou Abertos, concordo com você. Não havia Internet na sua época, provavelmente. Consequência disso é que vocês tinham menos acesso a certas informações que nós temos, portanto eram mais conservadores.
Por último, se a opção é Coloridos, meu bem, você não viveu ainda então. Os Hippies, os anos 80... mais coloridos impossível! Além disso, se você era um Hippie, se você gostava de Beatles na sua época inicial, de Madonna, entre outros... Você não pode dizer “Na minha época não era assim”. Porque era. Dos primeiros hits dos Beatles, diga-me um que fale algo interessante... Não tem. O que aconteceu foi que eles cresceram e amadureceram. E aí sim viraram o que eles representam hoje. Os Hippies, olhando hoje, podiam ser algo bonitinho com todas aquelas roupas fofas e aquela ideia de mudar tudo. E se não fossem eles, talvez nós ainda vivêssemos em uma sociedade extremamente conservadora. Mas eu duvido que todos eles tivessem muitas coisas na cabeça além de drogas e utopias.
Nenhum de nós pode dizer que os Coloridos não são nada. Eles lançaram uma nova moda. Eles podem crescer e lançarem músicas que passem alguma mensagem. Ou não. A Madonna continua fazendo músicas que só passam a mensagem de “Vamos dançar, uhul!”. Mas ninguém fala mal dela, não é mesmo?
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Os brasileiros têm memória seletiva. Muitas pessoas dizem que nos esquecemos de tudo, cheguei à conclusão de que nos esquecemos apenas dos brasileiros que nos fazem mal, não dos gringos. Somos extremamente receptivos e calorosos com os famosos que vêm de fora, entretanto, se algum deles pisa no nosso calo, defendemos esse país (geralmente com xingamentos de baixo nível no Twitter) como se essa fosse a coisa mais importante de nossas vidas. E mesmo que possamos perdoar, a ferida fica lá, sempre relembrando o que aquele “estrangeiro metido a besta” falou da nossa “Pátria amada, idolatrada, salve, salve”. Claro que depois de uns pedidos de desculpas tudo passa, afinal, chegamos a idiota conclusão de que estrangeiros são melhores, ainda mais os famosos. Maldita desvalorização da cultura nacional!
Pensando nisso, eu me pergunto: Não seria ótimo se tivéssemos a mesma garra e o mesmo amor pelo Brasil quando os políticos nos fazem de bobos? É, mas parece que temos um remédio muito eficaz para esse tipo de ferida e ela cura bem rapidinho, sem deixar cicatrizes. A questão aqui não se trata de perdoar. Nós não os perdoamos, apenas... “esquecemos” e os elegemos novamente. Então eles roubam absurdamente até que haja um novo escândalo, ficamos p*tos da vida e passado algum tempo, os elegemos novamente. E eles roubam absurdamente até que haja um novo escândalo, ficamos p*tos da vida e passado algum tempo, os elegemos novamente. E então eles roub... Isso não vai acabar? Círculo vicioso. Até que alguém diga: “BASTA! Cansei de me enganarem! Eu amo o meu país e não vou deixar vocês fazerem isso com ele!”. Ou até que o político corrupto em questão venha a falecer. Mas aí aparece outro e nos rouba de novo... Enfim. Não vai acabar se não decidirmos isso.
Queria que nós brasileiros transferíssemos essa raiva de quem fala mal do nosso paraíso tropical, para quem faz mal a ele. Talvez assim, a coisa não desandasse tanto. Deixemos o Robin Williams, 50 Cent, Taylor Lautner e todos os outros que falaram mal de nós de lado. Afinal não são eles que estão no controle do nosso país.
Pensando nisso, eu me pergunto: Não seria ótimo se tivéssemos a mesma garra e o mesmo amor pelo Brasil quando os políticos nos fazem de bobos? É, mas parece que temos um remédio muito eficaz para esse tipo de ferida e ela cura bem rapidinho, sem deixar cicatrizes. A questão aqui não se trata de perdoar. Nós não os perdoamos, apenas... “esquecemos” e os elegemos novamente. Então eles roubam absurdamente até que haja um novo escândalo, ficamos p*tos da vida e passado algum tempo, os elegemos novamente. E eles roubam absurdamente até que haja um novo escândalo, ficamos p*tos da vida e passado algum tempo, os elegemos novamente. E então eles roub... Isso não vai acabar? Círculo vicioso. Até que alguém diga: “BASTA! Cansei de me enganarem! Eu amo o meu país e não vou deixar vocês fazerem isso com ele!”. Ou até que o político corrupto em questão venha a falecer. Mas aí aparece outro e nos rouba de novo... Enfim. Não vai acabar se não decidirmos isso.
Queria que nós brasileiros transferíssemos essa raiva de quem fala mal do nosso paraíso tropical, para quem faz mal a ele. Talvez assim, a coisa não desandasse tanto. Deixemos o Robin Williams, 50 Cent, Taylor Lautner e todos os outros que falaram mal de nós de lado. Afinal não são eles que estão no controle do nosso país.
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